Na verdade, não se trata apenas um console, o novo Xbox não serve somente para jogos, ele é uma central de entretenimento. "Este dispositivo vai conversar com a sua TV e deixar tudo mais simples", afirmou Yusuf Mehdi, vice-presidente da área comandada por Mattrick.
O Xbox One responde a comandos de voz que levam a TV, música, jogos, Skype etc. Tudo também é reconhecido pelo Kinect, que continua sendo parte importante do produto. "Xbox, mostre-me TV", disse Mehdi durante a apresentação, e o dispositivo respondeu.
Ficou evidente que os jogos são mesmo apenas uma parte do Xbox. Por exemplo, você pode ver um trailer e buscar ingressos para teatro por meio do Internet Explorer... tudo na mesma tela. O console adota o recurso multitarefa, para permitir navegação na internet ao mesmo tempo em que a pessoa assiste a algum filme ou TV.
Com o Xbox One guide, é possível descobrir coisas pra ver na TV por meio de comandos de voz ou navegando. O executivo demonstra: "O que está rolando na HBO, ver MTV." Já o Xbox Trending mostra tudo o que a comunidade conectada está vendo.
Se o conceito apresentado pela Microsoft funcionar, é o fim da caça pelo controle remoto. Todas as ações serão coordenadas pelo Kinect, já que o Xbox One terá acesso à TV paga.
São 40 inovações de design no console, mas algumas especificações técnicas mostram que há paridade com o principal rival, o PlayStation 4: 8 Gb de RAM, Blu-Ray, ferramenta de captura e streaming de vídeo.
Fora isso, algo interessante é que o controle não precisará mais de pilhas, como o do 360; a bateria será integrada. Estão mexendo também no aplicativo smartglass, que poderá ser melhor aproveitado, agora que faz parte da estratégia principal da Microsoft.
O novo Xbox Live terá mais de 300 mil servidores, e isso é mais do que todo o poder de computação que o mundo tinha em 1999.
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