O email já não é o mecanismo de distribuição mais comum para os ataques de phishing. Só 12% das ameaças registradas no último ano foram lançadas por meio de mensagens de spam. Os restantes 88% procedem de links para páginas de phishing através do browser ou de sistemas de mensagens instantâneas (como o Skype, ICQ, etc.).
Segundo a Kaspersky, durante muito tempo o phishing foi considerado uma variante dos emails de spam clássicos. No entanto, os dados deste estudo confirmam que o volume dos ataques atingiu um nível tão elevado que esta ameaça deve ser considerada como uma categoria própria, dado o nível de risco que representa.
Os especialistas em segurança digital explicam que este tipo de ataque é uma forma de fraude em que os cibercriminosos criam uma cópia falsa de um site popular (um serviço de e-mail, um site de online banking, uma rede social, etc.) e contaminam todos os usuários que os visitam.
Quando o utilizador introduz as suas credenciais de acesso nestes sites, os dados passam para as mãos de cibercriminosos, que usam esta informação para roubar dinheiro, distribuir spam e malware através do email ou redes sociais, ou, simplesmente, vender as suas bases de dados de senhas roubadas a outros cibercriminosos.
Quando o utilizador introduz as suas credenciais de acesso nestes sites, os dados passam para as mãos de cibercriminosos, que usam esta informação para roubar dinheiro, distribuir spam e malware através do email ou redes sociais, ou, simplesmente, vender as suas bases de dados de senhas roubadas a outros cibercriminosos.
Para a elaboração do estudo, a Kaspersky Lab comparou dados dos ataques de phishing a mais de 50 milhões de utilizadores de sua rede prórpia entre maio de 2012 e maio de 2013, com os números do ano anterior.
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