Comunicado importante

Queridos leitores venho informar que entre o por do sol de sexta-feira ao por do sol de sábado o Visão Eletrônico não ira postar suas matérias, nos baseamos com o que sita a Bíblia Sagrada em Êxodo 20:8-11.

"Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou."

terça-feira, 18 de junho de 2013

Computador chinês ganha posto de máquina mais rápida do mundo

supercomputador Tianhe-2O computador mais potente do mundo é chinês. O Tianhe-2 humilhou o Titan, dos Estados Unidos, até então considerado a máquina mais veloz do planeta, ao atingir a marca de 33,68 petaflops (33,68 quatrilhões de cálculos por segundo), 74% mais rápido do que o antigo campeão.

O Tianhe-2 tem 16 mil nós de processamento. Cada um deles tem 2 processadores e 3 coprocessadores. Ao todo ele utiliza 32 mil chips Intel Ivy Bridge Xeon, aliado a mais 48 mil coprocessadores Xeon Phi, totalizando 3,12 milhões de núcleos. Além disso, ele conta com 12,4 petabytes (12.400 terabytes) de armazenamento e 1,4 petabytes de memória. O sistema roda o Kylin Linux, uma distribuição do Linux desenvolvida na China.

Os dados foram publicados pelo criador da medição, Jack Dongarra, professor da Univesidade do Tennessee, nos EUA, e confirmados pelo Top500

Apesar de mais potente, ele é um pouco menos eficiente em relação ao consumo de energia que o Titan, realizando 1,935 gigaflops por watt, enquanto o rival americano faz 2,143 gigaflops por watt.

Ele deverá chegar ao Centro Nacional de Supercomputadores em Guangzhou antes do fim do ano, mas, por enquanto, está sendo testado na Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa da China. Quando operacional, "ele deverá prover uma plataforma aberta para pesquisa e educação e fornecer serviços de computação de alto desemepenho para a parte sul da China", afirma Dongarra.

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