Comunicado importante

Queridos leitores venho informar que entre o por do sol de sexta-feira ao por do sol de sábado o Visão Eletrônico não ira postar suas matérias, nos baseamos com o que sita a Bíblia Sagrada em Êxodo 20:8-11.

"Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou."

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Dados sobre cibercrimes que moldaram legislação dos EUA eram exagerados

Crimes Digitais
Em 2009, pressionados a adotar uma legislação mais eficiente de combate ao cibercrime, membros do Congresso dos Estados Unidos, da inteligência do país e da Casa Branca usaram dados de um estudo da McAfee para tomar atitudes. Afinal, a consultoria disse que as empresas do mundo todo perdiam US$ 1 trilhão por causa dos crimes virtuais.

Só que o estudo, levado a sério pelo mundo inteiro, era exagerado. Tão exagerado que a própria McAfee, agora, reconhece isso.

O Centro de Estratégias e Estudos Internacionais (CSIS) - apoiado pela McAfee - divulga nesta segunda-feira, 22, a prévia de um relatório segundo o qual os gastos com cibercrime, na verdade, são três vezes menores do que o afirmado há quatro anos.

A pesquisa que a McAfee fez há quatro anos leva em conta tantas variáveis que entrava em consideração até o arranhão feito na imagem de empresas que sofrem ataques - já que a desconfiança gerada afasta novos consumidores. 

Reuters questionou o vice-presidente de Relações Governamentais da McAfee, Tom Gann, se a empresa tiraria a estimativa de US$ 1 trilhão de seu site, ao passo que ele se mostrou indeciso: "Boa pergunta", respondeu.

Ele reconheceu que o estudo do CSIS é "extremamente rigoroso", mas ressaltou que ele é mais recente, e, portanto, está atualizado em comparação com o de 2009. Dito isso, afirmou que quando o relatório for tornado público, seus dados serão adotados como padrão.

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