"Concluo que as propostas enviadas nos últimos meses não foram suficientes para aliviar nossas preocupações", resumiu ao The New York Times Joaquín Almunia, comissário que cuida do tema na União Europeia.
O novo capítulo da "novela" que se arrasta há meses é um revés para a companhia americana, acusada de favorecer seus próprios produtos nas buscas. A empresa, que domina cerca de 90% do mercado no Velho Continente, tenta acordo para acabar com a imagem de que se auto-beneficia.
Uma das principais propostas é ampliar a divulgação de competidores que ofereçam buscas especializadas. Assim, nos resultados em que a empresa costuma vender propaganda adjacente de setores específicos como restautantes e hotéis, um menu mostraria três opções de estabelecimentos não listados na pesquisa.
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