“Nos últimos dias ficou claro como nosso sistema de identificar e remover discurso de ódio falhou e não funcionou como desejaríamos, particularmente em relação aos discursos sexistas. Em alguns casos o conteúdo não foi removido rapidamente como queríamos. Em outros os conteúdos que deveriam ser deletados não foram ou passaram por critérios errados e datados", afirma o comunicado.
Segundo a equipe da rede social, o trabalho para acompanhar e checar as denúncias de violações não tem sido bem-sucedido nos últimos meses. "Precisamos fazer melhor – e faremos”, promete a empresa, que prevê treinar os funcionários, estabelecer parceria com grupos feministas e rever seus algoritmos.
A preocupação com o tema voltou a ganhar destaque após uma garota de 14 anos ter se suicidado supostamente em decorrência de bulliyng na rede. Tanto o Facebook quanto os suspeitos agressores estão sendo investigados.
Organizações como Women Action and the Media e Everyday Sexism Project, junto com a ativista Soraya Chemal, publicaram carta aberta à rede social pedindo por reformulação no sistema de controle de conteúdo. Outras 15 companhias boicotaram a rede social com a interrupção do pagamento de publicidade.
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