Segundo ela, além da rapidez, o dispositivo aceita até 10 vezes mais ciclos de recarga em comparação aos carregadores convencionais.
“A bateria do meu celular sempre ‘morre’, diz a estudante à NBC News ao justificar a inspiração para trabalhar no projeto, que, segundo ela, permitirá "avanços significativos em várias áreas".
Até o momento a jovem experimentou sua invenção para acender um LED, mas o uso deverá ser aproveitado tanto em smartphones quanto em qualquer aparelho portátil. “Há várias aplicações diferentes porque o supercapacitador é flexível”, explica.
Com sua ideia, Eesha ganhou US$ 50 mil por ter vencido o Prêmio da Fundação para Jovens Cientistas na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, realizada nos Estados Unidos.
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