Comunicado importante

Queridos leitores venho informar que entre o por do sol de sexta-feira ao por do sol de sábado o Visão Eletrônico não ira postar suas matérias, nos baseamos com o que sita a Bíblia Sagrada em Êxodo 20:8-11.

"Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou."

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Gradiente acusa Apple de arrogância e má-fé no caso iPhone

iPhone Gradiente AppleA IGB Eletrônica, empresa por trás da Gradiente, protocolou um agressivo processo sugerindo que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeite os pedidos da Apple sobre a marca iPhone no Brasil.

Gradiente obteve o registro do nome em 2008 e defende o direito desde o início deste ano, quando pôs no mercado seu celular com o mesmo nome do famoso telefone lançado em 2007.

No documento revelado pelo Nerd Pai, a IGB Eletrônica acusa a Apple de agir com má-fé, a chama de "arrogante" e classifica seu comportamento como "fraudulento e ilícito ao violar direitos marcários de terceiros".

"Quantas manifestações do INPI -  Instituto Nacional da Propriedade Intelectual - serão necessárias para que APPLE compreenda que a marca “GRADIENTE IPHONE” não só é válida, como também é de titularidade da IGB e está em plena vigência?", questionam os advogados.

Além das duas empresas, o Banco do Brasil também está envolvido no caso. Por duas vezes, a Gradiente conseguiu reverter na Justiça o pedido de apreensão da marca iPhone como garantia do pagamento da dívida de quase R$ 1 milhão da IGB com o banco. O processo ainda está em andamento e, caso não haja acordo, a marca pode ir a leilão.

'Eu já vi este filme'

Para criticar a postura da gigante americana, os advogados da companhia brasileira listaram casos internacionais nos quais a empresa de Tim Cook tentou se apropriar da marca em outras oportunidades. "O passado da APPLE lhe condena", argumentam.

Estão citadas as negociações com a Cisco, nos Estados Unidos, em 2007; o imbróglio no Canadá com Comwave, que, segundo o processo, utilizava a marca iPhone desde 2004; a derrota sofrida no México, onde a Suprema Corte considerou que houve violação de direitos; e o acordo de US$ 60 milhões com a Proview pelo direito de usar a marca iPad na China.

"Vê-se, portanto, que a conduta habitual da APPLE é de infringir direitos de terceiros, burlando não só a lei, mas também princípios éticos ao agir de modo fraudulento e ardiloso", conclui o documento.

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